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terça-feira, 3 de maio de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
missa ao domingo, para outro lado
Um abraço a quem brevemente vais passar a ir à missa ao domingo para outro lado, durante 3 anos.
terça-feira, 5 de abril de 2011
sábado, 31 de julho de 2010
Engenheiro Químico
Uma filosofia de vida!
Um exemplo a ser seguido!
Um verddeiro tertuliano!
À medida que envelhecemos, por vezes, começamos a duvidar da nossa capacidade de "fazer a diferença". É nestes momentos que as nossas esperanças são impulsionados por realizações notáveis de pessoas mais idosas, que tiveram a coragem de assumir os desafios que fazem muitos de nós murcharem. Harold Schlumberg é uma dessas pessoas.
"Muitas pessoas me perguntam: O que os velhos fazem quando se aposentam?
ESTE HOMEM é MINHA INSPIRAÇÃO !
Um exemplo a ser seguido!
Um verddeiro tertuliano!
À medida que envelhecemos, por vezes, começamos a duvidar da nossa capacidade de "fazer a diferença". É nestes momentos que as nossas esperanças são impulsionados por realizações notáveis de pessoas mais idosas, que tiveram a coragem de assumir os desafios que fazem muitos de nós murcharem. Harold Schlumberg é uma dessas pessoas.
"Muitas pessoas me perguntam: O que os velhos fazem quando se aposentam?
Bem, eu tenho sorte de ter uma formação em engenharia química, e uma das coisas que eu mais gosto é transformar cerveja, vinho e outras bebidas alcoólicas em urina "
ESTE HOMEM é MINHA INSPIRAÇÃO !
sexta-feira, 30 de julho de 2010
António Feio (1954-2010)
Mensagem de vida, tão óbvia que nos passa ao lado:
Temos de gozar a vida...afinal de contas, não sairemos dela vivos!!
Temos de gozar a vida...afinal de contas, não sairemos dela vivos!!
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
domingo, 28 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
SEPÓTEM
Mais um exemplo de globalização: no dia em que contratou um Dir Desportivo dos dragões, o sepótem ganhou aos bifes com um jogo à benfas.
domingo, 31 de janeiro de 2010
República/100 Anos
1º pensamento - Parabéns à República (seja ela quem for).
2º pensamento - A diferença entre a República e a Monarquia é que, independentemente da que estiver vigente, os Reis e seus discípulos são outros (nunca os mesmos).
2º pensamento - A diferença entre a República e a Monarquia é que, independentemente da que estiver vigente, os Reis e seus discípulos são outros (nunca os mesmos).
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
O Velho dos Gelados
Com ternura, só pode ser por isso, a maior parte do pessoal lá da minha zona tratava o fulano por tú:
“ - Oh Velho, hoje não te posso pagar, só para o mês que vem.”. Ou então “- Oh Velho, tens troco para uma nota de quinhentos?”
A resposta era quase sempre a mesma.
“ - Está bem, pagas noutro dia, mas hoje não levas dos gelados mais caros.”.
Bem entendido, esses mais caros eram os da OLÁ.
O Velho tinha sentido de negócio e pragmatismo. Para já vendia fiado o que fidelizava e depois fazia sair os gelados que pior se vendiam – os de gelo aromatizado e as bolas de cone de baunilha que eram compostos no momento.
Tinha também grande sentido de oportunidade
“ – Então hoje não vão jogar à bola?”
“ – às 6, vem cá o pessoal da zona central! Oh Velho, voltas cá hoje?”.
Com aquela informação nem era preciso perguntar, o jogo prometia um bom negócio.
Mesmo correndo o risco de não receber tudo, acabava por ganhar mais do que só vendesse quando houvesse moedas à vista.
Havia sempre alguém que dizia, como se fosse um grande segredo:
“ - Não comas isso que o gajo é que os faz lá no barraco dele. O Velho mora no Camboja. Já vi, aquilo é um nojo.”
Na verdade, visto como se vê hoje, aquilo não era sempre agradável.
O Velho vendia gelados no Verão e castanhas no Inverno, na sua carripana versátil e sem sistema de frio. Quando compunha os gelados de cone de baunilha e uma das bolas sofria o efeito da gravidade, lá ia ele com os seus dedos tentando o desejado equilíbrio.
As suas mãos e unhas ainda tinham a cor e a massa resultante da actividade do último Inverno. E já se estava no Verão, há muito.
Mas o calor e a confraternização através gelado sempre foram sempre mais fortes.
Havia sempre alguém que nunca tinha dinheiro mas isso não inibia de se arranjar forma de alcançar um gelado.
Por exemplo, quando o Velho chegava, quase sempre o M. agarrava-se à velha buzina manual de ar, tocando e esganiçando conforme permitiam as cordas vocais da mesma. Era o grande chamamento e o Velho agradecia compensando-o com gelo aromatizado.
Poucos, mas mais afoitos, executavam manobras de distracção que resultavam quase sempre na entrada dum braço naquelas aberturas da carripana onde se depositavam os gelados. Sem querer, claro!
“ - Oh Velho, hoje não te posso pagar, só para o mês que vem.”. Ou então “- Oh Velho, tens troco para uma nota de quinhentos?”
A resposta era quase sempre a mesma.
“ - Está bem, pagas noutro dia, mas hoje não levas dos gelados mais caros.”.
Bem entendido, esses mais caros eram os da OLÁ.
O Velho tinha sentido de negócio e pragmatismo. Para já vendia fiado o que fidelizava e depois fazia sair os gelados que pior se vendiam – os de gelo aromatizado e as bolas de cone de baunilha que eram compostos no momento.
Tinha também grande sentido de oportunidade
“ – Então hoje não vão jogar à bola?”
“ – às 6, vem cá o pessoal da zona central! Oh Velho, voltas cá hoje?”.
Com aquela informação nem era preciso perguntar, o jogo prometia um bom negócio.
Mesmo correndo o risco de não receber tudo, acabava por ganhar mais do que só vendesse quando houvesse moedas à vista.
Havia sempre alguém que dizia, como se fosse um grande segredo:
“ - Não comas isso que o gajo é que os faz lá no barraco dele. O Velho mora no Camboja. Já vi, aquilo é um nojo.”
Na verdade, visto como se vê hoje, aquilo não era sempre agradável.
O Velho vendia gelados no Verão e castanhas no Inverno, na sua carripana versátil e sem sistema de frio. Quando compunha os gelados de cone de baunilha e uma das bolas sofria o efeito da gravidade, lá ia ele com os seus dedos tentando o desejado equilíbrio.
As suas mãos e unhas ainda tinham a cor e a massa resultante da actividade do último Inverno. E já se estava no Verão, há muito.
Mas o calor e a confraternização através gelado sempre foram sempre mais fortes.
Havia sempre alguém que nunca tinha dinheiro mas isso não inibia de se arranjar forma de alcançar um gelado.
Por exemplo, quando o Velho chegava, quase sempre o M. agarrava-se à velha buzina manual de ar, tocando e esganiçando conforme permitiam as cordas vocais da mesma. Era o grande chamamento e o Velho agradecia compensando-o com gelo aromatizado.
Poucos, mas mais afoitos, executavam manobras de distracção que resultavam quase sempre na entrada dum braço naquelas aberturas da carripana onde se depositavam os gelados. Sem querer, claro!
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Viva o 25 de Abril de 1974
Fiquei a saber melhor, como muitos, o que foi o 24 de Abril estando já o calendário no dia 25.
A sociedade em geral passou a viver com muito mais intensidade as questões politico-sociais, participando, opinando e tomando partido como nunca.
É inegável que o 25 de Abril de 1974 tem uma importância extrema na nossa sociedade mas a sua história nunca ficará acabada, e como em qualquer acontecimento histórico, a cada camada, acrescentar-se-á sempre outra camada.
Para os mais novos, é assim que se está a passar a mensagem, o 25 de Abril trouxe-nos a liberdade de expressão, o fim da guerra colonial, as eleições livres, e outros direitos até aí indisponíveis.
Mas estes direitos não aparecerem de 24 para 25, num click. Cada dia que se passou foi palco de muitas lutas de poder e contra poder (militares, sindicatos, forças políticas, trabalhadores, patrões, estudantes, reformados, moradores) e que resultaram na anulação da instalação de outras ditaduras.
Estes episódios ajudam a acrescentar mais uma camada à história do 25 de Abril.
Viva o 25 de Abril de 1974
A sociedade em geral passou a viver com muito mais intensidade as questões politico-sociais, participando, opinando e tomando partido como nunca.
É inegável que o 25 de Abril de 1974 tem uma importância extrema na nossa sociedade mas a sua história nunca ficará acabada, e como em qualquer acontecimento histórico, a cada camada, acrescentar-se-á sempre outra camada.
Para os mais novos, é assim que se está a passar a mensagem, o 25 de Abril trouxe-nos a liberdade de expressão, o fim da guerra colonial, as eleições livres, e outros direitos até aí indisponíveis.
Mas estes direitos não aparecerem de 24 para 25, num click. Cada dia que se passou foi palco de muitas lutas de poder e contra poder (militares, sindicatos, forças políticas, trabalhadores, patrões, estudantes, reformados, moradores) e que resultaram na anulação da instalação de outras ditaduras.
Estes episódios ajudam a acrescentar mais uma camada à história do 25 de Abril.
Viva o 25 de Abril de 1974
domingo, 26 de abril de 2009
... rigorosos? SIM!
Os Estatutos Editoriais dos Órgãos de Comunicação Social são com as Missões das Empresas.
São sapatos de cabem em todos os pés. Colam-se bem, quaisquer que sejam esses Órgãos ou essas Empresas:
“ ... é independente do poder político, do poder económico e de quaisquer grupos de pressão;
“ ... identifica-se com os valores da democracia pluralista e solidária;
“ ... rege-se, no exercício da sua actividade, pelo cumprimento rigoroso das normas éticas e deontológicas do jornalismo;"
O sonho e a realidade sempre tiveram caminhos distintos, mas muita gente continua a tentar caminhar estes trilhos em simultâneo mas sem se aperceber que há um limite que é exactamente a distância máxima que o pé esquerdo pode ficar do pé direito. E, quando se atinge esse limite, tomba-se.
Não sou especialista na matéria mas, pragmática e empiricamente, vejo desde há muito que o sistema da comunicação social não é diferente de qualquer outro sistema do mundo empresarial, excepto numa questão - o produto final. E aceito isto com naturalidade.
Parece-me que a chave relevante de todo o sistema da Comunicação Social, nomeadamente quanto ao jornalismo e aos jornalistas, e que deve ser também a exigência dos consumidores do produto final, é o RIGOR da investigação produzida e publicada.
Agora a independência é o tal trilho do sonho continuando, no entanto, o próprio sistema da Comunicação Social a gastar muitos e variadíssimos recursos para demonstrar aos consumidores do produto final que a independência está assegurada e está a cima de tudo.
Os intervenientes referidos aqui (Ruben de Carvalho e Rodrigo Moita de Deus) nunca me deram nenhuma alegria (que eu tenha consciência) nem mesmo a gravata que uso. Mas ponham-se na pele de cada um e descubram a independência encapotada que lhes vai no aparo da caneta.
Bem, também não nos podemos esquecer que também há consumidores do produto final que gostam de ser enganados.
São os intervenientes do sistema da Comunicação Social independentes? NÃO! E deviam ser? NÃO!
Devem ser esses intervenientes rigorosos? SIM!
São sapatos de cabem em todos os pés. Colam-se bem, quaisquer que sejam esses Órgãos ou essas Empresas:
“ ... é independente do poder político, do poder económico e de quaisquer grupos de pressão;
“ ... identifica-se com os valores da democracia pluralista e solidária;
“ ... rege-se, no exercício da sua actividade, pelo cumprimento rigoroso das normas éticas e deontológicas do jornalismo;"
O sonho e a realidade sempre tiveram caminhos distintos, mas muita gente continua a tentar caminhar estes trilhos em simultâneo mas sem se aperceber que há um limite que é exactamente a distância máxima que o pé esquerdo pode ficar do pé direito. E, quando se atinge esse limite, tomba-se.
Não sou especialista na matéria mas, pragmática e empiricamente, vejo desde há muito que o sistema da comunicação social não é diferente de qualquer outro sistema do mundo empresarial, excepto numa questão - o produto final. E aceito isto com naturalidade.
Parece-me que a chave relevante de todo o sistema da Comunicação Social, nomeadamente quanto ao jornalismo e aos jornalistas, e que deve ser também a exigência dos consumidores do produto final, é o RIGOR da investigação produzida e publicada.
Agora a independência é o tal trilho do sonho continuando, no entanto, o próprio sistema da Comunicação Social a gastar muitos e variadíssimos recursos para demonstrar aos consumidores do produto final que a independência está assegurada e está a cima de tudo.
Os intervenientes referidos aqui (Ruben de Carvalho e Rodrigo Moita de Deus) nunca me deram nenhuma alegria (que eu tenha consciência) nem mesmo a gravata que uso. Mas ponham-se na pele de cada um e descubram a independência encapotada que lhes vai no aparo da caneta.
Bem, também não nos podemos esquecer que também há consumidores do produto final que gostam de ser enganados.
São os intervenientes do sistema da Comunicação Social independentes? NÃO! E deviam ser? NÃO!
Devem ser esses intervenientes rigorosos? SIM!
sexta-feira, 24 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Eles andam aí ...
Exibem uma imagem de homens sérios, hirtos e às vezes sisudos... A vida tem-lhes corrido bem... Há quem lhes chame artilheiros, por dispararem para todos os lados... São poucos os que fazem como Charles de Gaulle, que se retirou do mundo para Colombey-les-Deux-Églises, uma pequena vila na França profunda, para escrever as memórias...
in Expresso
in Expresso
quinta-feira, 26 de março de 2009
Fífia
Mas afinal não há ninguém do Sporting que saiba marcar um penalty?
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segunda-feira, 23 de março de 2009
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